Modelo fixo Valor mensal fixo, independente de consumo. | Contratos muito grandes e negociados, em que há pouco risco do escopo de uso crescer. | Escopo de uso é muito definido e quando cliente é muito resistente a custos variáveis. | Cliente cresce em uso, sua receita não acompanha. Em algum momento, o valor entregue fica desproporcional ao preço pago. |
Fixo por usuário Cobra por quantidade de usuários ativos (per-seat). | SaaS de colaboração, CRM, design tools, ferramentas de equipe, software comercial vendido por licença. | Cada usuário gera valor parecido pra empresa contratante. Quando "quem faz" a ação é muito importante (autoria importa). | Métrica de valor pode estar descasada com métrica de cobrança (exemplo, Help Desk com AI diminui a quantidade de colaboradores de suporte, mas cobra por colaborador. Quanto mais autônoma a solução de tickets, menor a necessidade de pessoas). |
Incluso + excedente Plano fixo já vem com X unidades. Acima, cobra excedente. | SaaS com componente de uso, plataformas de comunicação, infra com tiers básicos, ferramentas de dados. | Cliente quer base previsível com flexibilidade pra crescer. | É usage-based bem disfarçado. Se o incluso for grande demais, ninguém atinge o excedente e o pricing morre. |
Take rate Percentual sobre o volume processado pelo cliente. | FinTechs, marketplaces, embedded payments, plataformas BNPL, gateway-as-a-service. | Sua receita cresce no compasso da receita do cliente. | TPV grande renegocia rápido. Combinar com componente de uso protege margem nos volumes altos. Dependendo do produto, pode gerar rejeição no comercial. |
Créditos pré-pagos Cliente pré-paga unidades. Recarrega quando acaba. | Cenários sazonais (compra crédito quando precisa), AI actions, consultas. | Ticket é baixo demais para lidar com a inadimplência do pós-pago. O uso só acontece se o pagamento for feito. | Para companhias que suportam pós-pago, pode apresentar fricção no consumo de forma desnecessária, inibindo uso. |